segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Acidente com ônibus do cantor Michel Teló mata três pessoas no Paraná


Um ônibus que transportava integrantes da equipe do cantor Michel Teló se envolveu hoje (10) em um acidente com um carro na BR-376, no Paraná, às 11h.  Três pessoas que estavam no automóvel morreram. Os passageiros do ônibus não se machucaram.

“O ônibus estava subindo a estrada de pista dupla, na faixa da direita e o carro atravessou a pista, atingindo o ônibus de frente”, diz comunicado oficial divulgado pela assessoria de imprensa do cantor.

O motorista do ônibus teve ferimentos leves e foi encaminhado para um hospital próximo ao local do acidente. O cantor Michel Teló não estava no veículo.

Em seu perfil no Facebook, o artista manifestou tristeza pelo episódio. “Infelizmente o carro que vinha em outra direção, na chuva, perdeu o controle, atravessou a pista e bateu de frente com nosso ônibus, que estava na terceira pista da direita. Não tenho palavras pra descrever meu sentimento de tristeza e pesar”, escreveu.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Após recesso,Congresso deverá retomar trabalho de nove CPIs


Quando voltarem do recesso parlamentar, em fevereiro, deputados e senadores retomarão, entre suas atividades, os trabalhos das comissões parlamentares de inquérito (CPI) que estão em funcionamento. Atualmente, cinco CPIs estão em funcionamento na Câmara e quatro no Senado.

Na Câmara, a CPI dos Fundos de Pensão é a que tem provocado mais movimentação de governistas e oposicionistas. A comissão está em funcionamento desde agosto do ano passado e, pelo requerimento original, deveria ter sido encerrada em dezembro. No entanto, um requerimento de prorrogação foi aprovado, o que deu mais 60 dias para as investigações. Como os prazos ficam suspensos durante o recesso, a CPI será encerrada no dia 19 de março.

O relator da CPI dos Fundos de Pensão, Sérgio Souza, durante depoimento do doleiro Alberto Youssef Valter Campanato/Agência Brasil

A comissão investiga se houve aplicação incorreta de recursos, entre 2003 e 2015, em quatro fundos de pensão: Petros (Petrobras), Funcef (Caixa Econômica Federal), Postalis (Correios) e Previ (Banco do Brasil). Nesse período, os fundos acumularam prejuízos que podem impactar no pagamento das aposentadorias dos servidores. O relator da comissão, deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), disse que pretende pedir novas quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico de investigados, segundo a agência Câmara. A CPI deverá propor, por exemplo, novas regras para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), vinculada ao Ministério da Previdência, na fiscalização dos fundos.

Outra comissão parlamentar de inquérito que mexeu com os deputados em 2015 e que ainda está pendente de conclusão é a CPI do BNDES. Após ter tido a conclusão adiada em 15 dias, a comissão deveria ter sido encerrada no dia 19 de dezembro, mas o relatório final não foi apresentado. A próxima reunião está marcada para o primeiro dia após o retorno dos deputados, 2 de fevereiro, quando devem ser apresentados relatórios setoriais que embasarão o relatório final.

Não há previsão de novos depoimentos. Em cinco meses, a comissão ouviu 21 pessoas, entre elas ex-presidentes do banco, o empresário Eike Batista, o pecuarista José Carlos Bumlai e o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco. A CPI investiga supostas irregularidades em empréstimos do banco, concedidos a empresas investigadas na Operação Lava Jato.

Ainda estão em funcionamento na Casa as CPIs dos Crimes Cibernéticos, que teve o prazo final adiado para 14 de março; dos Maus Tratos de Animais, que será concluída logo na volta do recesso, no dia 3 de fevereiro; e da Funai e Incra, cujo prazo inicial se esgota em 19 de abril, mas também pode ser prorrogado.

Senado

No Senado, a CPI que mais tem tido destaque é a que investiga suposta corrupção na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A comissão foi instalada em julho do ano passado e deveria ter terminado em dezembro, mas teve o prazo final prorrogado por mais seis meses que contam a partir do fim do recesso. Presidida pelo senador Romário (PSB-RJ), a investigação da CPI envolveu a quebra dos sigilos bancário, telefônico e fiscal dos três últimos presidentes da confederação: Marco Polo Del Nero, José Maria Marin (que está em prisão domiciliar nos Estados Unidos) e Ricardo Teixeira, além do acesso a documentos do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 e contratos da CBF com empresas parceiras.


CPI do Futebol aprovou a quebra do sigilo bancário do ex-presidente da CBF José Maria Marin Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Outra que teve prazo final prorrogado para agosto de 2016 foi a CPI das Próteses, que investiga um escândalo de fraudes na compra de próteses e órteses pelo Sistema Único de Saúde. A próxima reunião da comissão está marcada para o dia 8 de fevereiro.

Também retomará os trabalhos no dia 8, a CPI do HSBC, que investiga denúncias de que brasileiros enviaram dinheiro ilegalmente para contas do banco na Suíça. A comissão começou a apuração em março e esteve prestes a encerrar os trabalhos antecipadamente por não conseguir avançar. No entanto, os senadores optaram por prorrogar os trabalhos até março deste ano. Mas, após algumas oitivas, os membros da comissão voltaram a concluir que não conseguiriam descobrir fatos novos e decidiram que o relatório final será apresentado logo que os trabalhos forem retomados.

O Senado tem ainda em funcionamento a CPI do Assassinato de Jovens, que já foi prorrogada e deverá ter os trabalhos concluídos também em março. Além disso, a CPI dos Fundos de Pensão aguarda para ser instalada na Casa, quando teve o requerimento de criação apresentado em julho do ano passado com o número de assinaturas necessárias, mas nunca ocorreu a reunião de instalação.

Região Norte lidera número de mortes por conflitos no campo em 2015


O número de assassinatos decorrentes de conflitos no campo em 2015 foi o maior dos últimos 12 anos no Brasil, com 49 mortes registradas, a maior parte na região Norte, de acordo com os dados de um balanço anual da questão agrária divulgado esta semana pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). As informações são da Agência Brasil.

Os maiores números de mortes ocorreram em Rondônia e no Pará

A CPT ressalva, no entanto, que os dados são ainda parciais e podem vir a aumentar à medida que sejam consolidadas as informações provenientes do trabalho in loco, o que está previsto para ser concluído no fim do mês. O número de mortes decorrentes de conflitos no campo no ano passado foi o maior desde 2003, quando foram contabilizados 73 assassinatos.

Os maiores números de mortes ocorreram em Rondônia (21) e no Pará (19), mostra o levantamento.

O perfil predominante das mortes foi de indivíduos envolvidos em movimentos de luta pela regularização fundiária, como é o caso de uma família no município paraense de Conceição do Araguaia, que teve todos os seus cinco membros mortos a golpes de facão e tiros em fevereiro do ano passado.

“O Norte do país é um barril de pólvora”, disse o coordenador da CPT em Pernambuco, Plácido Júnior, responsável pela compilação dos dados nacionais. “Além do avanço do agronegócio tradicional, acreditamos que o aumento das tensões no campo em 2015 tenha relação com maiores disputas por recursos como madeira e água, o prosseguimento de grandes empreendimentos de mineração e energia e a diminuição no número de assentamentos e demarcações”.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) reconheceu o aumento das tensões no meio rural no ano passado, mas informou que, segundo dados da Ouvidoria Agrária Nacional (OAN), ocorreram 16 mortes em decorrência de conflitos no campo em 2015. A discrepância se deve a diferenças de metodologia, pois a OAN contabiliza somente informações oficiais provenientes da Polícia Civil e do Ministério da Justiça.

O MDA disse que promove uma série de ações para prevenir a tensão no campo, entre elas a assessoria social e jurídica a famílias acampadas. Segundo o ministério, foram feitas 110 operações policias de combate à violência no campo em 2015, sobretudo em Rondônia, Pará, Tocantis e Maranhão.

O balanço do CPT tem como base o levantamento feito por seus próprio agentes, presentes em todos os Estados, com a ajuda de parceiros de outras entidades que atuam no campo, como o Movimento do Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Foram utilizadas também fontes secundárias, como notícias divulgadas nos meios de comunicação.

Dados da entidade mostram que de 1.115 casos de homicídio decorrentes de conflitos no campo registrados entre 1985 e 2014, 12 foram julgados.

JORGE VIANA FAIS ENTREVISTA AO AC24HORAS


Durante o mês de dezembro visitei os veículos de comunicação para desejar boas festas e agradecer o respeito com que trataram nosso mandato no ano de 2015. Compartilhei  aqui na página a foto de todas as visitas, faltava apenas nossa ida ao site ac24horas. Eles publicaram hoje uma longa entrevista que dei aos repórteres Ray Melo e Luciano Tavares, quando fui visitar a redação do site.

Confiram :

“Jabuti em árvore foi enchente ou mão de gente”, do Senador Jorge Viana, em entrevista ao ac24horas

Pode não ser o melhor lugar, mas no bar é onde se ouve as mais verdadeiras opiniões e declarações dos homens. Principalmente se a figura em questão é polêmica, está no meio do fogo cruzado e para completar é um senador do PT. Isso mesmo. Foi neste ambiente de um bar, na redação de ac24horas que o senador Jorge Viana resolveu conceder entrevista aos jornalistas Luciano Tavares e Ray Melo sobre vários temas da atualidade, inclusive do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Acompanhado do assessor Aarão Prado, Viana falou, inclusive, do que normalmente não comenta com jornalistas. Ele jura e morre defendendo que o ex-deputado petista José Genoino (condenado no mensalão sob acusação de formação de quadrilha) “não é, nunca foi, e nunca será corrupto”.

Nesta entrevista, o senador irmão de Sebastião Viana diz ainda que a oposição não desceu do palanque e que a crise é gerada, em parte, pela conturbação política. “Há um certo inconformismo da oposição que perdeu a eleição em 2014. A oposição resolveu não descer do palanque e terminou que a crise afetou todo mundo”, diz. Aliás, a palavra crise foi a mais citada por Viana.

Porém, o petista acredita que “a presidente Dilma tá começando a dar volta por cima. Se ela resolver os problemas das pedaladas também. Todo mundo fazia. Não tem prejuízo pra União”, completa.

Ele também considera que no âmbito local, o prefeito de Rio Branco, Marcus Viana, e o governador Sebastião Viana vivem sob o reflexo do desgaste político do PT e do momento que o país enfrenta. “Um prefeito igual ao Marcus Alexandre tem sofrido. Eu falo sempre. O Tião, poxa, enfrentou crise dos haitianos, o Tião enfrentou a questão do Madeira, gravíssima, com interdição do Acre, o Tião enfrentou essa coisa do G7,  ele se dedicou. Ainda bem que ele está no governo. Porque eu não sei que outro governo enfrentaria tanta dificuldade como o Tião passou.”

Ac24horas – Será que um dos fatores que contribuiu para esta crise foi o excesso de populismo do seu partido, o PT, que promoveu uma excessiva desoneração de impostos, aumentou ao invés de diminuir o número de bolsa isso, bolsa aquilo?

JV: Os que mais ganharam subsídios são os que menos reconhecem. As desonerações foram de R$114 bilhões,  alguns acho que extremamente necessários pra estimular o setor produtivo. Outros, ações de lobbys, ora nas medidas provisórias. Todo mundo comentava dentro Congresso que quando chegava uma medida provisória desonerando alguns setores da economia pra estimular a manutenção do emprego, daqui a pouco outros setores, o tais jabutis, apareciam da noite pro dia depois de reuniões de alguns parlamentares com alguns líderes empresariais. E aí uma frase muito repetida no Senado esse ano é assim: Jabuti em árvore foi enchente ou mão de gente. Assim eram os jabutis nas medidas provisórias. Ou é enchente ou é mão de gente. Como é que vai aparecer um jabuti trepado numa árvore, né. Eu acho que aí o governo errou a mão nisso, reconhecidamente. A oposição diz que é por causa das eleições, mas também nós tivemos uma política muito boa no Brasil, que mal acostumou o Brasil, durante 12 anos geramos 20 milhões de empregos com carteira assinada com a inflação sob controle. É muito difícil você sair de um ambiente assim de prosperidade e cair num outro de depressão econômica. Uma inflação com o dobro do que era e um crescimento econômico negativo como está sendo agora de 3,5%. É ruim. E eu acho que o melhor jeito é reconhecer que é uma fase ruim. Nós que já fizemos muito se reconhecemos que agora o momento vai exigir um certo sacrifício talvez seja melhor o diálogo.

Ac24horas: Senador, sobre esses programas sociais.  O governo criou, por exemplo, o Bolsa Família para que ao ponto que a família fosse entrando ela melhorasse de vida e fosse saindo, mas, no entanto, o número só aumenta. O senhor não acha que isso é prejudicial. Esse paternalismo gerado pelo Estado?

JV: Eu não sou muito favorável a doação, ao paternalismo. O Bolsa Família já foi analisado pelas Nações Unidas, por ONGs, pela imprensa estrangeira. Pessoas que olham sem tá no meio dos conflitos, no meio dos embates que tem. E foi eleito como um dos mais importantes programas sociais do mundo. Tem horas que você tem que fazer realmente alguma coisa objetiva pra quem passa necessidade. Eu acho que é um ganho incluir pessoas. Pessoas que entraram na classe média. São 40 milhões de pessoas que estão excluídas. Que não tinham uma televisão, que não tinham uma máquina de lavar, que não tinham uma geladeira, que não tinham nem luz elétrica. E o governo do Lula fez isso. Eu acho que se tiver algum ou outro defeito esse defeito fica diminuído pela inclusão. E foi isso que fez o Brasil crescer economicamente 7,5% no ano. Empresário que era milionário ficou bilionário. E se a gente olhar nos últimos 12 anos é difícil achar um brasileiro que diga: eu piorei de vida. É só fazer uma pergunta: nesses 12 anos a minha melhorou ou piorou? Eu acho que um número grande, certamente acima dos 80% vai dizer: não, melhorou a minha vida. Minha casa tá um pouco melhor, minha vida tá um pouco melhor meu salário tá um pouco melhor. Por isso a dificuldade de as pessoas aceitarem um ano como esse de 2015. Mas eu acho que os programas sociais são parte agora da história, vão ser estudados. Eu não vejo como um paternalismo ou como um favor não. Quando você um sertanejo  no nordeste que enfrente uma seca há cem anos pra ele não comer calango, pra ele não sair pedindo, pra ele não sair num pau de arara, ele tem lá um programa chamado Bolsa Família. Mas com uma prerrogativa: os filhos têm que está na escola, freqüentado a escola. Eu acho que isso é um mérito do Lula, é um mérito do PT e da própria presidenta Dilma. Agora, como fazer o pós do Bolsa Família aí desafio tá posto pra nós do PT e pras oposições que deixaram ter 40 milhões de brasileiros excluídos do mercado de trabalho, do mercado de consumo. Esses programas do governo só precisam ser moralizados. Esse programa da pesca é uma vergonha. Tem cidades no nordeste e até no centro-sul do país que não tem um pescador. E tão lá dezenas e centenas de pessoas. Tanto é que a Polícia Federal indiciou um monte de gente. Aqui (Acre) também. Eu acho que os programas sociais precisam ser moralizados. Mas eles precisam ser mantidos seja com que governo for.

Ac24horas: O FIES ultrapassou limites, senador?

JV: O FIES é um programa fabuloso, fantástico, mas aí também ele não tinha contrapartida nenhuma. Ele atendeu milhões de jovens, mas também deixou mais rico empresários donos de faculdades. Aí o governo foi fazer a consertação, que é exigir que a faculdade tenha qualidade e exigir também que o aluno tenha obrigações. O erro foi ter aberto, entra todo mundo e depois não ter critério. O critério tinha que ser estabelecido há tempo. É muito importante pra um jovem que ele venha dizer o seguinte: eu vou pegar o financiamento, vou fazer minha faculdade. Pra mim ter programas como esse é um transição pro país ficar melhor na frente. Mas quando o programa é distorcido, como aconteceu com o FIES, ele precisa ser corrigido.

AC24HORAS – O senhor vê semelhanças com a bolha imobiliária dos EUA?

JV: Esse negócio de bolha imobiliária e queda da nota do Brasil. Duas agências rebaixaram o Brasil. Engraçado, essas duas agências. Primeiro, quem são os donos dessas agências. Elas são empresas de grandes conglomerados econômicos. As duas agências que rebaixaram a nota do Brasil agora davam nota máxima pras empresas da bolha imobiliária dos Estados Unidos e dos bancos que quebraram, que geraram aquela crise de 2008. Da noite pro dia aquela crise que acabou com a economia mundial, danificou a Europa até hoje. Felizmente aquela não chegou no Brasil. E são essas mesmas agências. No fundo, com todo respeito, mas há um jogo de interesse que você não sabe como que explicar. Com todo respeito aos argentinos, mas como é que o Brasil pode ter uma nota menor do que a Argentina? Como é que o Brasil em alguns aspectos pode ter nota menor do que a Venezuela? Não dá pra você ter isso claramente. Os indicadores econômicos do Brasil, hoje, por mais crítico que seja do nosso governo, a gente tem que reconhecer isso, são ainda melhores do que o do Fernando Henrique no último ano. A taxa de juros dele tava batendo quase 30% na crise com o Fernando Henrique. A inflação era muito maior do que essa agora que tá chegando a 10%. O desemprego era muitas vezes maior. Mas, como eu falei, nós estamos aí há 12 anos de prosperidade, de crescimento econômico, aí você dá passo pra trás é muito difícil. Por isso que talvez a gente esteja sofrendo tanto a impopularidade do governo.

Ac24horas – Grandes Estados tem pedaladas?

JV- A informação que se tem é de que é uma prática recorrente para os poderes executivos para fazer manobras orçamentárias. Fernando Henrique fez, Lula fez, Estados fizeram.

Ac24horas – O Acre fez, senador? No seu governo houve pedalas?

JV- Não, não. O Estado do Acre quando a gente assumiu já não tinha o Banacre, já tinham falido. Normalmente quem tem banco. No caso da União eu acho que não teve prejuízo, não teve dolo, não houve prejuízo. A presidenta, agora, baixou duas medidas provisórias fazendo os ajustes. Se ela consegue virar essa página e a gente consegue ter uma melhora principalmente a partir do segundo trimestre (de2016), eu acho que se a presidenta consegue voltar à normalidade seria uma boa para todos nós. Mas você tem a Lava Jato em aberto, você tem a crise do Eduardo Cunha. Pô, é o terceiro na linha de sucessão do país. Ele pede uma audiência com o presidente do Supremo e presidente do Supremo diz: não, pra receber o Eduardo Cunha só com a imprensa do lado. No fundo a mensagem foi essa. Gente, isso é muito sério. É o terceiro na sucessão. Quer dizer, se a presidenta Dilma não tiver e o vice-presidente Michel Temer não tiver quem assume é o Eduardo Cunha. E o presidente do outro poder diz que esse aí eu só recebo com a presença da imprensa. E fez isso com o áudio aberto pra imprensa, que a gente só tinha visto com o Itamar com o ACM lá trás, né. Tem situações que beiram a crise institucional.

Ac24horas: Como é que o senhor que sempre pregou o combate à corrupção ficou ao ver três tesoureiros do seu partido presos denunciados por corrupção?

JV: Isso é muito é ruim. É triste, é lamentável. Eu  queria poder separar assim: os proprineiros, funcionários de empresas públicas, que ocuparam cargos, que botam não sei quantos milhões na conta na Suíça, comprando iate, comprando aquilo. Nós estamos governando o Acre há muito tempo. Se nós formos perguntar qual foi o secretário que ficou milionário aqui, se tivesse ficado a gente já sabia. A gente tinha visto, como a gente já viu em outros governos. Isso é uma coisa perversa. Você aquele Barusco, o cara tá lá, fez uma foto, fez delação, tirou uma foto do lado do iate fumando charuto, lá em Angra dos Reis na boa e diz, não, eu tô devolvendo R$ 250 milhões, um Barusco virou até moeda. Isso é uma afronta. Eu to separando isso. Agora veja bem, eu acho que alguns companheiros nossos do PT por esse sistema falido e irresponsável que o Brasil tem de financiamento de campanha, de financiar partido político. Eu acho que isso é que faliu.

Eu disse outro dia um ministro, que eu não vou citar o nome. Eu disse: ministro vocês estão investigando as contas da presidenta Dilma, tá certo, investiguem, mas troque o tesoureiro da Dilma, que foi o Edinho, dessa vez, pelo tesoureiro do Aécio. Troque. Pegue a mesma conta. O senhor vai encontrar os mesmos problemas. É um modelo falido. O cara faz convenção, cinco dias depois ele tem quer dinheiro na conta arrecadado. Aí quando o dinheiro vem do PT ele é dinheiro sujo de corrupção, mas quando foi pro PSDB ele é dinheiro limpo. Não tem como separar isso, gente. O que eu acho que as empresas estavam fazendo há muitos anos no Brasil é assim: vai pegar uma obra grande separa 1%, 2% , que não é pouco, é muito, pra doar pra partido, pra ajudar em campanha. Esse é um esquema. Eu acho que isso funcionava e isso é perverso. Tem que ser combatido e a Lava Jato tá tentando pôr fim a isso. Acho que esse acordo de leniência, também, tem que pôr fim a isso.

Ac24horas: Mas por que botar gente, também, de outros partidos?

JV: A Lava Jato eu espero que ela ainda alcance os outros. Veja uma coisa grave agora. Quando eu falava sobre o mensalão do PT, que atingia o Zé Dirceu, o Genoino, o Delúbio… Poxa, um Ginoino? Quem conhece a história do Genoino… O Genoino não foi, não é, e não será nunca corrupto. Genoino mora numa casa, conheço a casa dele, em São Paulo, a vida inteira ali. E lá em Brasília, ele ficava num apartamento no Torre Palace. Absolutamente modesto. Mas foi presidente do PT, assinou alguns contratos e foi preso. Marco Valério, mesmo esquema de Minas. Agora em 2005. Em 98 começou com o PSDB. O presidente do PSDB, ex-presidente do PSDB, ninguém fala muito nisso, Eduardo Azeredo, e eu não to crucificando. Ex-presidente nacional do PSDB há 20 anos. Ex-presidente do PSDB, ex-governador de Minas, ex-senador, ex-deputado federal, renunciou, do PSDB, só que isso não é notícia na grande imprensa nacional. E quando o máximo ainda dizem assim: foi o mensalão mineiro. Foi o mensalão mineiro não. Era o mensalão do PSDB, que deu origem com o mesmo Marco Valério, que o PT foi copiar e se deu muito. Mensalão do Democratas, o antigo PFL. Tem senador do PSDB que tá acusado em três processos disso. Foi esse modelo de financiamento que derrotou a política.

Ac24horas – Toda essa corrupção tem a ver também com essa coisa de coalizão de partidos, que para governar tem que fazer alianças com outros partidos que tem filosofias totalmente diferentes?

JV: O Renato Janine (filósofo – ex-ministro da Educação de Dilma) fez um artigo muito interessante na Folha de São Paulo, que ele fala: espero que o Temer não seja o Café Filho (vice de Getúlio Vargas). Ele falou de dois presidentes, o Itamar, que sucedeu o Collor, que nunca fez um movimento pra tirar o Collor, e o Café Filho, que era vice do Getúlio Vargas, que traiu o presidente foi se juntar, acumular com a oposição pra derrubar o Getúlio Vargas. E ele diz lá que se botar o Temer o ambiente político piora muito. Eu ouso dizer, eu converso isso com o Aécio, com companheiros, com colegas lá de outros partidos que num ambiente político que nós estamos tá impossível montar um governo. Esse governo de coalizão faliu, gente.

Ac24horas: Se a presidente assumisse parte de coisas que ela deveria ter feito e não fez, que prometeu na campanha e não cumpriu, amenizaria a crise ou os partidos não querem amenizar a crise?

JV: Eu acho que a presidenta poderia, ela que foi reeleita há um ano atrás. Em doze meses nós derrubamos um capital político construído em 12 anos pelo Lula. Foi consumido. E eu acho que aí tem muitos erros nossos.

Ac24horas: E o PMDB pulou de dois para sete ministérios rapidamente…

JV: Nós pioramos o governo pra poder ter uma base de apoio. Pioramos. Todo mundo avalia que o governo hoje não é tão bom como já foi. Eu to falando pela sua composição. Com todo respeito aos ministros. A presidenta poderia ter pacificado as coisas. Passou a eleição, a oposição não desce do palanque, a gente vai lá atrás. Podia ter feito conversas com lideranças do próprio PSDB pra pacificar o país.

Ac24horas: Foi sugerido isso a  ela?

JV: Foi sugerido. O próprio presidente Lula chegou a sugerir a formação de um comitê suprapartidário de pessoas que pudessem ter desde um ministro Jobim a outras figuras pra ajudar nesse diálogo. Pra tentar sair da eleição. Porque a eleição foi muito tencionada. A própria Marina, nossa companheira aqui do Acre, teve quase presidente. A morte do Eduardo Campos. A eleição foi uma eleição muito difícil. Teve um período nela que o Eduardo Campos era a esperança aí morreu. Aí a Marina virou a presidente da República. Aí a Dilma duas vezes foi quase presidente, foi pra lona e depois subiu de novo. O Aécio também duas vezes tava quase presidente. Uma eleição que deixou uma herança maldita, da falta de diálogo. E aí eu acho que quem ganha tinha que fazer o gesto. Porque já ganhou.

Ac24horas: Toda defesa é importante, mas os excessos são prejudiciais. O que o Sibá tem feito não tem sido prejudicial? Essas declarações meio malucas falando sobre os Estados Unidos. Isso não é um problema nosso?

JV: O Marcus poderia ter uma avaliação igual eu tinha. Teve momentos que eu tive aprovação de mais de 80% de ótimo e bom, o Lula também teve. Tanto ele como o Tião poderiam estar com avaliações que poderiam ser melhores se o momento que o país está vivendo fosse o melhor. Os dois são um pouco vítima do momento político que o país tá vivendo. Se os dois estivessem num bom momento, se o nosso governo tivesse melhor avaliado, seria muito pior pra oposição.

Tem uma ação de intolerância na sociedade. Você vê o que fizeram com o Chico Buarque. Isso não tem sentido nenhum. Depois o cara vai pedir desculpa. Gente, tem que parar essa coisa de uma pessoa não poder pensar diferente. Eu vivi momentos aqui no Acre diferentes. Eu acho que eles não podem voltar. Eu acho que a gente tem que ter um ambiente pelo menos de conversação, de se cumprimentar quem oposição e quem é governo. O Sibá, eu falei isso pra ele. Eu disse a ele que não tinha momento pior pra você ser líder como esse agora. Mas também ele ajudou muito, ele o Tião na época do Lula. Mas eu acho que ele tá terminando o ano até melhor do quê o que eu pensava. Foi uma bancada que saiu muita gente. Saíram prefeitos do PT, saíram deputados da bancada do PT. A gente tá passando por uma espécie de provação no PT onde eu espero que a gente saia melhor. Porque tem muita gente que era simpatizante da gente que tá afastado. Tem muita gente que é militante e que tá se dedicando esperando que a coisa melhore. Então a nossa responsabilidade no PT, eu que sempre fui filiado ao PT, é muito grande.

Ac24horas: O senhor falou de coalizão de partidos, de governos que criam cargo para acomodar aliados. O senhor não acha que o seu irmão, governador do Acre erra ao criar cargos num momento de crise para colocar pessoas dos partidos. O senhor não acha que isso é errado?

JV: O Tião sofre do mesmo problema do governo federal que é a dificuldade de montar uma base de apoio. O problema todo é que você tá no governo aí você tem pessoas que ganharam o mandato. São de partidos. E os partidos querem tem uma parcela de participação no governo. Isso é parte do jogo, não importa que esteja no governo. O que você tá pondo é um outro aspecto, que é aumentar o tamanho do governo para recepcionar os aliados. Eu acho  que isso ano. Inclusive nessa coisa de cargo parece que tem uma coisa mal explicada. O Tião deixou claro que não criou mil cargos como se tá colocando, ao contrário, ele tava fazendo um ajuste da estrutura até com redução de cargo. O Tião adotou uma série de medidas importantes. Chamou todo e pediu para reduzir gastos. O problema é que a crise é maior do que se pensava, inclusive pra quem tá no governo. Mas eu acho que a nossa sorte é ter um Marcus Alexandre, um Tião. Eu acho que a gente tá vivendo um processo de adaptação.

Ac24horas: O senhor votou pela liberação do senador Delcídio do Amaral por ele ser do seu partido?

JV: Não, eu votei como vice-presidente do Senado. A Constituição pode até ser mudada, mas enquanto ela não for mudada ela tem que ser respeitada. A Constituição não permite aquilo que foi feito naquele dia. O próprio Supremo sabia disso. Quando o doutor Rodrigo Janot pediu a prisão do Delcídio ele botou: caso seja negada a prisão que ponha às cautelares porque ele sabia que senador, aí está na Constituição, só pode ser preso se for em flagrante. Lamentavelmente tá lá. Puseram na Constituição então que fique.  Naquela manhã, o Delcídio teria 90% dos votos, do PSDB, de todo mundo, mas vazaram o áudio da motivação. Com aquele áudio rodando desde cedo é quando nós fomos votar já foi à noite… Aí entra peso da opinião pública que eu respeito. Mas eu votei como vice-presidente do Senado. Não voltei pra soltar o Delcídio. Sou claro em afirmar. Ali era cumprir a Constituição em relação a uma prisão sem tá caracterizado o flagrante. Soltava 24 horas depois, entrava, abria o processo de cassação do mandato dele. Porque se eu fosse do Conselho de Ética, no Conselho de Ética não tem o que discutir. Provavelmente ele vai perder o mandato. Não tem o que discutir. Não tem nada a ver de soltar, de ser do PT. Se fosse qualquer um outro senador eu taria ali. Aí me perguntaram se eu não tinha medo da opinião pública.  Eu dependo da opinião pública. Mas eu acho que a opinião pública não é pra ser temida. Ela é pra ser respeitada. Eu acho que a pessoas preferem as pessoas que tenham suas posições do que alguns que tentam esconder suas posições. Não é o meu caso. Ali se tivesse só dois votos, um seria o meu.

Ac24horas: Senador, qual a diferença de um corrupto do DEM, do PMDB, para um corrupto do PT

JV: Eu acho que não tem diferença nenhuma sinceramente. Mas nós do PT temos um compromisso, não estou dizendo que os outros não tenham. Que o Democratas não tenha, que o PSDB não tem. Mas o PT veio pra mudar o Brasil. Eu acho que a gente até conseguiu. A gente conseguiu implantar políticas que eu me orgulho muito. Que vai desde iluminar a casa de quem vivia, são milhões de pessoas, gerar empregos, 20 milhões de empregos, estender as mãos para os mais jovens. O Brasil era uma economia de U$$ 500 bilhões o PIB quando o PT assumiu, agora é U$$ 2,3 trilhões. Agora tem um problema. O PT nasceu pra fazer essa inversão de pauta, pra ajudar os que mais precisam, mas aí só tem um jeito: teve que entrar no jogo político, no jogo das alianças partidárias. E eu acho que nesse aspecto nós vamos ter que repensar. É melhor a gente refletir sobre isso sobre como que a gente pode fazer uma campanha. Como é que a gente pode fazer uma campanha tão cara quanto a do PSDB. Pra fazer campanha como a do PSDB a gente tem que ir atrás dos mesmos doadores do PSDB. E eu acho que foi isso que o PT ficou muito parecido com os outros partidos nesse aspecto. Não se trata de ser pior pra nós. Corrupção é ruim pra todo mundo. Eu acho que também a política no Brasil tá meio satanizada. Eu acho que isso não é bom. As mudanças que nós fizemos aqui no Acre foram através da política. Através do nosso trabalho na prefeitura, dos nossos governos, dos nossos mandatos.

Ac24horas: O senhor já pensou em deixa o PT alguma vez?

JV: Não, aí não. Nunca passou nem de longe sair do PT. Eu acho que os problemas que o enfrenta serão superados.

Ac24horas: Nem ir pra Rede como comentam?

Eu procuro manter uma boa relação com todos. Lá no Senado, o Renan e os outros colegas falam sempre e quando tem uma confusão eu desço ali e converso pra chegar num acordo. O momento tá precisando de a gente ter alguém quem converse com as oposições.

Ac24horas: O senhor se acha um petista tucano?

JV: Eu tive com muita honra o governador Cadaxo como meu vice. E ele era do PSDB. Isso termina que mandou uma mensagem pro Brasil. Eu tive com a Regina também como minha vice na prefeitura, que também foi do PSDB. Já passou essa fase, mas teve um período que a ação no PSDB tava mais próxima da do PT e de setores do PT mais próximo do PSDB do que de outras forças políticas. Aí, lamentavelmente, o PSDB foi pra uma posição muito radicalizada de enfrentamento com o PT. Nós também já tínhamos muito radicalizada. O meu jeito de fazer política é tendo posição sim. Mas eu não vou tá caminhando pros extremos de jeito nenhum.

Ac24horas: O senhor já criticou muito essa questão da doação privada de campanha, mas já recebeu doações, ainda que registradas. O senhor não acha isso uma contradição?

JV: Não, veja bem. As regras do jogo. Mas acho que boa parte desse problema que a gente enfrenta hoje é por conta dessa relação promíscua que tem de empresa com agente público. Com político com mandato. Tem gente na Câmara que tá lá há 30 anos, há 40 anos na Câmara com mandato. E aí sempre são os mesmos. Ou seja, que tem o melhor esquema de financiamento vai se mantendo. Eu acho que o Brasil deveria experimentar um período sem o financiamento empresarial.

Ac24horas: O PT sobrevive sem financiamento?

JV: Eu acho que aí vai sobreviver o partido que estabelecer um diálogo com seus militantes. Fazer cota, vamos fazer… Eu acho que seria importante. Vê o presidente Obama arrecadou U$$ 800 milhões com doações abaixo de U$$ 200. Eu toparia. Tá insuportável isso. Pra mim deveria ter teto gasto por candidato e tirar o financiamento empresarial. Aí as pessoas dialogarem. Cada um colocando sua carinha no vídeo botando suas propostas. Aí os políticos que gostam de mentir, que gostam de enganar teriam mais dificuldade do que aqueles que têm bons propósitos. Agora tem uma coisa fundamental, esse monte de partido não tem condição. Eu falei ainda agora esse negócio do Partido da Mulher, né. Não tem condição. O cara cria o Partido da Mulher entra 25 homens mais um senador. Não tem condição. Isso aí é piada de salão, gente. Essa é a desmoralização que a gente tá vivendo. Porque no Brasil se você for parlamentar pra não perder o mandato só pode ir para partido novo. A gente tá vivendo uma autofagia.

Ac24horas: O senhor acredita na inocência de todas as pessoas do seu partido que foram citadas e acusadas nesse processo de corrupção ou eles caíram numa armadilha como o senhor mesmo falou?

JV: Não se trata de acreditar na inocência ou não, mas eu conheço alguns companheiros que tem sofrido. Eu tenho que acreditar na Justiça. A única ruim que eu acho é essa história de prender primeiro pra depois denunciar, investigar. Isso não é bom porque depois você começa a prender também quem não era pra tá preso. Nós sempre tivemos o Joaquim Barbosa como o grande algoz do PT por causa do mensalão e tal, mas ele não prendeu ninguém antes da hora. Ele era relator de um processo do mensalão, investigou, não fez devassa em nada, fez uma denúncia, botou os advogados pra defender, fez a acusação, fez o julgamento, houve a condenação e depois as pessoas foram presas. Eu acho que ali ficou a pedagogia correta da Justiça. Eu acho muito perigoso. Não que esteja contestando o que esteja sendo feito. Acho que todos nós temos que apoiar o trabalho do juiz Moro, da Lava Jato, do doutor Rodrigo Janot. O Brasil estava precisando também desse choque da relação de empresas com governo. De empresas com empresas. Isso vai ficar melhor graças a Lava Jato. A única coisa que eu acho complexa é você prender primeiro e depois oferecer a denúncia, depois investigar. Eu acho isso muito ruim. Eu acredito nas instituições, na Justiça. Eu acho que tem gente culpada e tem gente inocente. Por exemplo, o próprio Tião. O Tião não tinha nada a ver com isso. E certamente é uma questão de tempo o nome dele não vai tá nisso porque não tem razão nenhuma de tá.

Ac24horas: O Gladson tem?

JV: O PP ainda não começou. Eu não posso falar. O processo em cima do PP ainda não começou. Tem 30 parlamentares do PP denunciados na Lava Jato. Do PMDB começou a vir. Do PT já veio. Eu não tô aqui fazendo qualquer juízo do meu colega senador Gladson, do Petecão, seja de quem for. Aliás, eu procuro ter a melhor convivência. Agora, os processos do PP ainda estão por vir.

Análise do mandato

O senador também fez uma avaliação de sua atuação individual com senador e ocupante do cargo de vice-presidente do Senado. Ele considera que apesar de 2015 ter sido um ano complicado na esfera política foi possível colaborar por meio de seu mandato participando de importantes debates.

“Pra mim foi um ano muito complicado. Eu também não tava mais acostumado com isso. Porque quando eu assumi a prefeitura eu peguei uma situação que eu não tinha um parlamentar pra me ajudar. Nem deputado nem senador nem nada. E a cidade tava completamente acaba. Então foi o cuidar, plantar flores, um gesto de carinho, de amor, preparar a prefeitura pra frente. Eu fiz meu nome aí. Agora, encarar um ano como esse com crise política é terrível. Boa parte do que a gente tem de piora nos indicadores econômicos é em decorrência da crise política. Ela termina que dá uma insegurança para o setor produtivo e na incerteza ninguém investe, ninguém aposta na economia e todo mundo começa a perder.”

“Eu procurei fazer duas coisas. Primeiro trabalhar como vice-presidente do Senado e dar minha contribuição lá. Eu acho que deu pra fazer. A segunda tentar trabalhar temas que eu acho que são importantes para  o país. Nós fizemos desse ano o ano da tecnologia e inovação. Nós mudamos a Constituição em fevereiro, eu fui relator. Aliás, nisso, o deputado Sibá cumpriu um papel muito importante. Ele é muito ligado a esse setor, e toda comunidade científica do Brasil teve contato com a gente.  Realmente nós estamos tirando o Brasil dos anos 70 e estamos trazendo o Brasil para século 21 nesse aspecto. E último ato nosso foi a lei da tecnologia e inovação. Outra lei que eu acho de grande importância para a Amazônia é a lei de acesso à biodiversidade.”

O senador criticou os aumentos abusivos nos combustíveis, na energia elétrica e o descaso das empresas aéreas com o Acre.

“Eu também entrei forte nessa questão do direito do consumidor trabalhando contra esse absurdo dos apagões aqui no Acre. E não é só para baixar o preço da energia. Eu continuo achando que o preço da nossa energia é um escândalo. Mas aí você tá com todos os reservatórios secos, você tá com usina ligada a diesel no Brasil, mas nós temos que ficar vigilantes, fazendo audiência cobrando. Outra coisa é preço de combustível, outro absurdo. Já tem previsão de aumento. Como pode tá aumentando se o preço do petróleo era U$$ 120 o barril e agora tá em U$$ 36 e você ter sem parar o aumento da gasolina. Tem cobrar a qualidade dos serviços da telefonia, de internet. E uma outra questão abusiva demais, que eu acho que tem surtido efeito sim, é a questão das passagens aéreas. O Acre não tinha promoção, agora tá começando a ter. A gente conseguiu aumentar”, completou.

http://www.ac24horas.com/2016/01/09/entrevista-do-senador-jorge-viana-ao-ac24horas/

Dilma garantiu a empreiteira empréstimo do BNDES com condição especial,diz revista



A presidente Dilma Rousseff atuou, antes de sua reeleição, para flexibilizar uma regra de concessão de financiamentos do BNDES em favor da Andrade Gutierrez, aponta reportagem publicada pela revista Época desta semana. De acordo com a publicação, após a liberação de um financiamento de US$ 320 milhões para a construção de uma barragem em Moçambique, a empreiteira doou R$ 20 milhões para a campanha de reeleição da presidente.

Veja também

Documentos obtidos pela revista mostram que, em março de 2013, Dilma teve uma reunião com o presidente de Moçambique, Armando Guebuza, na qual o governante do país africano questionou as exigências do BNDES para conceder o financiamento. Os recursos só poderiam ser liberados mediante à abertura de uma conta bancária de Moçambique numa economia com baixo risco de calote, o que Guebuza não concordava. Dilma teria se colocado à disposição para “resolver o assunto”.

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Segundo a Época, um mês depois, em Brasília, o Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) – comandado naquele momento por Fernando Pimentel, então ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – aprovou a flexibilização do empréstimo. O contrato foi assinado em junho de 2014 – já em período de campanha eleitoral – pela Zagope, subsidiária da Andrade Gutierrez investigada pelo Ministério Público Federal por pagamentos de propina.

A revista informa, ainda, que no mês seguinte à assinatura, Edinho Silva, então tesoureiro da campanha presidencial à reeleição de Dilma, fez uma visita à Andrade Gutierrez, em São Paulo. Nove dias após o encontro, a empreiteira transferiu R$ 10 milhões para a campanha de Dilma. Em seguida, a construtora doou mais R$ 10 milhões.

De acordo com a Época, a Presidência da República informou que a Camex toma decisões com total autonomia, sem nenhuma ingerência do governo. Argumentou ainda que as doações não têm relação com as ações de governo. O BNDES afirmou que o controle na concessão dos créditos à exportação se baseia em critérios técnicos. Segundo a Andrade Gutierrez, o procedimento foi regular, informou a revista.

Loterias: Mega-Sena,concurso 1.778: ninguém acerta e prêmio vai a R$ 12 milhões




Veja os números sorteados: 04 - 10 - 38 - 40 - 45 - 48. Quina teve 37 apostas ganhadoras, que levarão R$ 56.503,91 cada.
 em São Paulo
Ninguém acertou as seis dezenas do sorteio do concurso 1.778 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (9). O prêmio acumulado para o próximo sorteio, no dia 12 de janeiro, é de R$ 12 milhões.
Veja as dezenas sorteadas: 04 - 10 - 38 - 40 - 45 - 48.
A quina teve 37 apostas ganhadoras, que irão levar R$ 56.503,91 cada uma. Outros 3.457 bilhetes acertaram a quadra e vão ganhar R$ 863,93 cada.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Mega-Sena pode pagar R$ 7,5 milhões neste sábado





O sorteio do concurso 1.778 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 7,5 milhões para quem acertar as seis dezenas neste sábado (9). O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) em Conceição da Barra (ES).
De acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), se um apostador levar o prêmio sozinho e aplicá-lo integralmente na poupança, receberá cerca de R$ 54,5 mil em rendimentos. Caso prefira, poderá adquirir 16 imóveis no valor de R$ 450 mil cada, ou montar uma frota com 250 carros populares.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Enem registra maior nota de matemática da história do exame


   
No Enem passado, a nota máxima ficou em 973,6

Para alívio de mais de 7 milhões de candidatos, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou nesta sexta (8) os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015. Uma das surpresas desta edição foi o desempenho dos candidatos em matemática. A nota máxima chegou a 1.008,3 pontos, a maior já registrada na história do exame.

No Enem passado, a nota máxima ficou em 973,6. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a tendência de aumento no desempenho na prova comprova a melhor qualificação dos participantes nesta área. O desempenho mínimo foi de 280,2.

Na página do Inep, os estudantes terão acesso às notas obtidas nas quatro provas que compõem o Enem: linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias, além da redação. O acesso ao espelho da redação, com a correção mais detalhada do texto, será divulgado posteriormente.

A prova de ciências da natureza obteve a nota máxima de 875,2 e a mínima de 334,3. Em ciências humanas, o desempenho máximo chegou a 850,6; o mínimo, a 314,3. A prova de linguagens e códigos teve como nota mais alta 825,8 e a mais baixa, 302,6.

CÁLCULO DA NOTA

Diferente das provas de vestibular tradicionais, que contabilizam apenas o número de erros e acertos, atribuindo um valor fixo às questões, o Enem usa uma metodologia especial, a chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI).  Neste modelo estatístico, o valor de cada uma das questões varia de acordo com o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Assim, os itens que os estudantes acertarem mais serão considerados fáceis e, por essa razão, valerão menos pontos na composição da nota final. Já os itens com menor número de acertos por parte dos estudantes serão considerados difíceis e, por essa lógica, valerão mais pontos.

Levy será diretor financeiro do Banco Mundial



 Joaquim Levy, ex-ministro da Fazenda, será anunciado na segunda-feira como novo diretor financeiro do Banco Mundial. A informação foi transmitida na manhã desta sexta-feira por Otaviano Canuto, representante brasileiro no Fundo Monetário Internacional, em um evento sobre o Brasil no Wilson Center. O cargo de diretor financeiro da entidade estava vago há dois meses.

Questionado, o Banco Mundial afirmou, por meio de sua assessoria de impresa, que "não pode confirmar quaisquer novas nomeações de executivos". Levy ainda não confirmou a informação.

Como se trata de um órgão bilateral, Levy não precisará cumprir a quarentena por ter deixado um cargo público. O ex-ministro da Fazenda, que deixou o cargo no fim do ano passado, substituirá o francês Bertrand Badré e terá a função de cuidar do Tesouro do Banco Mundial.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Seguro DPVAT não terá reajuste em 2016




O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) determinou recentemente que os valores dos prêmios do Seguro não vão sofrer reajustes em 2016. A novidade, neste ano, é a cobrança da tarifa de R$134,66 para motos e triciclos de até 50 cilindradas.

“A seguradora responsável pelo seguro DPVAT informou que as taxas são definidas de acordo com os índices de ocorrência de acidentes de cada categoria de veículo. Os preços permaneceram inalterados porque são baseados em projeções dos pedidos de indenização feitos a cada três anos”, explicou a diretora administrativa e financeira do Detran, Alana Albuquerque.

O DPVAT cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médicas e suplementares por lesões de menor gravidade, causadas por acidentes de trânsito. Vale lembrar que o recolhimento do seguro é anual e obrigatório, e vence junto com o IPVA.

O pagamento para beneficiários de pessoas que morrem em acidentes de trânsito é de R$ 13,5 mil. Em casos de invalidez permanente, o valor pode chegar a R$ 13,5 mil. Os reembolsos hospitalar e médico podem chegar a R$ 2,7 mil.

Vítimas e seus herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de três anos após o acidente para dar entrada no seguro. Informações de como receber o DPVAT podem ser obtidas pelo telefone 0800 022 12 04.

Saiba os valores do Seguro DPVAT

A QUESTÃO DO ACRE



Em 1900 eclodiu a rebelião no Acre, que
se prolongou por três anos e, ante a ameaça de
uma intervenção direta do governo brasileiro, foi
firmado entre Bolívia e Brasil o Tratado de
Petrópolis (1903), no qual a Bolívia cederia o
território do Acre ao Brasil em troca de dois
milhões de libras esterlinas e o governo brasileiro
se comprometeria a construir a estrada de ferro
Madeira-Mamoré , para superar o t re cho
encachoeirado do rio Madeira, possibilitando o
acesso das mercadorias bolivianas aos portos
brasileiros do Atlântico (inicialmente Belém do
Pará, na foz do rio Amazonas).
Tal conflito tem sua origem ligada à
mundialização do capitalismo fundamentada na
Segunda Revolução Industrial, que passou, a
partir da segunda metade do século XIX, a utilizar
de maneira crescente a borracha, seja para a
produção de pneus seja na fabricação de correias
para máquinas e outros artefatos industriais. O
látex, matéria-prima da borracha, naquela época,
apenas era encontrado na parte sudoeste da
floresta equatorial amazônica, dividida entre a
República da Bolívia e o Império brasileiro.
Até o final do século XIX, a fronteira entre
Brasil e Bolívia foi alvo de constantes embates
entre os dois países. Segundo SANTOS (2002, p.
103), vários insucessos marcaram a tônica das
negociações bilaterais como a missão de Duarte
da Ponte Ribeiro (1851-1852) e a tentativa de
João da Costa Rego Monteiro em 1860. Esse
problema só seria resolvido com o Tratado de
Amizade, Limites , Navegação, Comércio e
Extradição, assinado no dia 27 de março de 1867.
Mesmo favorecendo a Bolívia e sofrendo duras
críticas no Brasil, nas palavras de Duarte da Ponte
Ribeiro, pois contrariava o princípio do uti
possidetis, defendido pelo Brasil, estava acertada
a fronteira entre os dois países.
Novos conflitos vieram a acontecer na
última década do século XIX em função de
problemas na demarcação dos marcos fronteiriços
entre os dois países, principalmente no que tange
à definição dos limites entre os rios Madeira e
Javari.
Neste ínterim milhares de brasileiros,
vindos principalmente do nordeste, já ocupavam
uma extensa área de terras até então
pertencentes à Bolívia, atrás de trabalho nos
seringais do local.
De acordo com SENA (2002, p. 6), a
questão dos marcos fronteiriços só se resolveria
em 23 de setembro de 1898, depois de três anos
de negociações, quando o Brasil reconhecia que
o território de Aquiri seria definido pela Linha
Cunha Gomes, considerando-o boliviano.
Aprovei tando o acordo, o minis tro
boliviano José Paravicini fundou o povoado de
Puerto Alonso, além de legislar sobre a navegação
dos rios da região, e stabelecendo taxas
aduaneiras e impostos de comercialização.
Tais atitudes do representante boliviano
não foram aceitas pelos cerca de 60 mil brasileiros
residentes no Acre e, em 14 de julho de 1899, o
espanhol Luiz Galvez Rodriguez de Arias, a soldo
do presidente da Província do Amazonas, Coronel
Ramalho Júnior, declara o Estado Independente
do Acre, solicitando sua anexação ao Brasil,
porém, tal proposta foi recusada pelo governo
brasileiro. Tal aventura durou até 9 de março de
1900, quando uma coluna militar organizada pelo
governo brasileiro terminou com Estado recémfundado
e devolveu-o para a Bolívia.
Batalhas foram travadas entre exércitos
particulares organizados pelos “barõe s da
borracha” e o exército boliviano, porém, sem
intervenção do exército brasileiro.
Para ocupar a área, o governo boliviano
fechou um acordo, em dezembro de 1901, com a
empresa The Bolivian Syndicate of New York City
in North America, cujo presidente indicado era o
filho de Theodore Roosevelt, o novo ocupante da
Casa Branca.
Nas palavras de DORATIOTO (1994, p. 77):
“uma empresa e st rangeira , o Bolivian
Syndicate. O Sindicato, como essa empresa
ficou conhecida, era formado por firmas
inglesas e norte-americanas. Ele recebeu
autorização de La Paz para explorar e
administrar o território acreano, podendo nele
arrecadar impostos, organizar polícia, manter
tropas e barcos de guerra. Enfim, a Bolívia
praticamente transferia sua soberania (no Acre)
para uma empresa privada”.
Em 1902 , em função das medidas
draconianas impostas pelo governo boliviano,
e clode uma nova rebelião de brasileiros ,
comandada pelo ex-militar José Plácido de Castro
e com o apoio do presidente do Amazonas. De
acordo com SENA (2002, p.13), o grupo de cerca
de oitocentos homens comandados por Plácido
de Castro expulsou tropas bolivianas estacionadas
no Acre, expulsou da área a diretoria do Bolivian
Syndicate para Belém, no Pará, e decretou a
segunda independência do Acre.
Para reprimir os sublevados, o presidente
da Bolívia, general José Manuel Pando prepara
pessoalmente uma pequena tropa para marchar
contra os brasileiros.
Nesse contexto de crise, assume o
Ministério das Relações Exteriores do Brasil o
monarquista José Maria da Silva Paranhos Filho,
o Barão de Rio Branco que
“Inverteu a política seguida pelo Brasil, de
reconhecer como indiscutível a soberania
boliviana sobre o Acre. Rio Branco declarou o
território zona litigiosa, lembrando o artigo XIV
do acordo de limites de 1867, o qual afirmava
que ‘se no ato da demarcação ocorrerem
dúvidas graves, provenientes de inexatidão do
presente tratado, serão estas dúvidas decididas
amigavelmente por ambos os governos’. Rio
As perdas territoriais do Estado Boliviano (1825-1935), pp. 161 - 181 175
Branco passou, então a reclamar da Bolívia o
território ao norte do paralelo 10 graus 20
minutos.” (DORATIOTO, 1994, p. 78).
Em fevereiro de 1903 , o presidente
brasileiro Rodrigues Alves deu permissão para o
deslocamento de tropas brasileiras para a área
em litígio. Nesse cenário, o Barão de Rio Branco
par te para as negociaçõe s com o governo
boliviano. Rio Branco tratou de cuidar para que o
Bolivian Syndicate não tivesse participação nas
negociações. Para tanto, o governo brasileiro
pagou para essa empresa, segundo DORATIOTO
(1994, p. 78) a importância de 110.000 libras
esterlinas para renunciar a quaisquer pretensões
no Acre, vale salientar que tal empresa não havia
feito investimentos na área.
O acordo entre os dois países foi alcançado
em 17 de novembro de 1903, na assinatura do
Tratado de Petrópolis. Sob re o Tratado de
Petrópolis, DORATIOTO (1994, p. 79) escreveu que
“por esse tratado o Acre, em um total de
191.000 km², tornou-se brasileiro. À Bolívia
coube, na região amazônica, um trecho de
2296 km², situado entre os rios Abunã e
Madeira, obtendo acesso, assim, ao oceano
Atlântico, mediante a navegação do rio
Amazonas e seus afluentes. O corredor
amazônico, nas palavras de Bradford Burns,
‘deu maior facilidade de manobra à Bolívia
em suas relações com a Argentina e o Chile,
ao mesmo tempo que a ligava ao Brasil ainda
mais intimamente’. Na região platina foram
transferidos à soberania boliviana 723 km²
sobre a margem direita do rio Paraguai,
dando ao país outro acesso ao Atlântico, além
de 194,7 km² de outras pequenas parcelas
de terra. Por não haver equivalência nas
áreas transferidas, o Tratado de Petrópolis
determinou que o Brasil pagasse dois milhões
de libras esterlinas à Bolívia. Foi estabelecido
também que o Brasil construiria entre os rios
Madeira e Mamoré uma estrada de ferro que
permitiria à Bolívia ter acesso ao oceano
Atlântico através da região amazônica.”
De acordo com dados extraídos do sítio
do Museu Paulista
“O projeto de construção da ferrovia Madeira
– Mamoré encerra um dos episódios mais
significativos da história da ocupação da
Amazônia e tentativa de integrá-la ao mercado
mundial a t ravé s da comercialização da
borracha. A intenção do projeto era estabelecer
a ligação entre as regiões produtoras de látex,
nas proximidades dos rios Madeira, Mamoré,
Guaporé e Beni (este último na Bolívia). As
primeiras tentativas, datadas ainda da Segunda
metade do século XIX, fracassaram ou por falta
de verbas ou por falta de infra-estrutura
possível, a partir de 1907, graças à experiência
da companhia americana May, Jekyll &
Randolph, que já desfrutava de considerável
Know-how na área, em virtude de projetos
arregimentação maciça de mão-de-obra. Por
esta razão, entre 1907 – 1912, período de
construção da ferrovia, cerca de 30 .000
trabalhadores de várias partes do mundo foram
engajados, dos quais aproximadamente 6.000
faleceram no local. Ironicamente, a ferrovia
Madeira- Mamoré entra em funcionamento no
ano em que tem início a derrocada da produção
de borracha nacional no mercado mundial. Mais
tarde, a opção de Juscelino Kubitschek pelo
inves timento em rodovias como via de
integração nacional se concretiza na região
nortista com a inauguração da estrada ligando
Cuiabá a Porto-Velho, em 1960. Teve início,
então, a fase de sucateamento e abandono da
fer rovia. Em 1972 , ela foi totalmente
desativada e seus arquivos incinerados.

Edital progrand n° 02/2016- processo seletivo para Ingresso nos Cursos de Graduação da Ufac em 2016



A UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE (Ufac), por meio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), no uso de suas atribuições legais e tendo em vista as disposições contidas no Regimento Geral da Ufac, na Resolução Consu no 16, de 24 de maio de 2012, e Resolução Consu no 19, de 7 de junho de 2012, torna público o Edital no 02/2016 – Prograd, que regulamenta o Processo Seletivo para ingresso nos cursos de graduação da Ufac, no 1o semestre letivo de 2016, por intermédio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), edição 1a/2016, aprovado pela Resolução Reitoria no 002, de 06 de janeiro de 2016.

O certame, que será regido por este edital, observando-se disposições da Lei no 9.394/96, Lei no 12.089/09 e Lei no 12.711/12, com suas posteriores modificações, Decreto no 5.773/06, Decreto no 7.824/12, Portaria Mec no 807, de 18 de junho de 2010, Portaria Normativa Mec no 40, 12 de dezembro de 2007, Portaria Normativa Mec no 02, de 26 de janeiro de 2010, Portaria Normativa Mec no 18, de 11 de outubro de 2012, Portaria Normativa Mec no 21, de 5 de novembro de 2012, e no Regimento Interno da Ufac, os quais são parte integrante deste edital, tem por objetivo selecionar candidatos para o preenchimento das 1620 (mil seiscentos e vinte) vagas dos cursos de graduação da Instituição, oferecidas para ingresso no 1o semestre letivo de 2016, por meio do Sisu, edição 1a/2016.

Candidato pode faltar ao trabalho para prestar vestibular entenda a lei



Trabalhadores com carteira assinada que vão prestar vestibular podem faltar ao emprego nos dias das provas, sem ter nenhum desconto no seu salário. Esse direito, porém, não vale para servidores públicos.

A regra está na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), lei trabalhista brasileira. Ela coloca entre os motivos para a falta justificada (a que não gera desconto no salário): "nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior".

Assim, os candidatos que vão prestar asegunda fase da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), entre domingo (10) e terça-feira (12), podem faltar ao trabalho sem ter o salário cortado. A Fuvest seleciona estudantes para os cursos da USP (Universidade de São Paulo) e da faculdade de medicina da Santa Casa.

O advogado trabalhista Paulo Prandini respondeu a dúvidas sobre a lei. Leia a seguir:

O que deve ser feito para não descontar o dia?

Prandini afirma que a lei não diz que as faltas justificadas precisam de aviso prévio, ou seja, comunicar a empresa ou o chefe antes da falta. Mas, por bom senso, sempre é melhor avisar o quanto antes.

No dia do exame é necessário pegar algum comprovante de que esteve na prova. Os fiscais que ficam na sala costumam fornecer. "Não é difícil ter prova do comparecimento", diz. "Já vi assinar cartão de inscrição, dar declaração, depende da instituição que faz o exame."

A regra vale para servidores públicos?

Não, porque a CLT não vale para o funcionalismo público. Cada esfera (municipal, estadual e federal) é regulada por um estatuto próprio.

As regras para servidores federais, por exemplo, não falam sobre faltas para prestar vestibular.

Isso não quer dizer que seja impossível faltar. "O funcionalismo público tem condições mais amplas para conseguir licenças, como a licença-prêmio e algumas para tratar de assuntos pessoais. É possível pedir para a chefia. Obviamente, vai conseguir efeito equivalente."

Pode ser qualquer vestibular?

A lei trabalhista é clara: vale para qualquer exame de entrada no ensino superior, o que inclui faculdades públicas e privadas.

Isso também vale para o Enem, segundo o advogado, já que a prova é usada por algumas instituições para entrada na faculdade, e provas para fazer pós-graduação.

A lei inclui outros tipos de prova?

O trabalhador só pode faltar se for prestar um exame para entrar em uma instituição de ensino superior. Outros tipos de prova ou concurso público não justificam a falta no trabalho.

Meu horário de trabalho não bate com o da prova. Posso faltar?

O entendimento do advogado é de que a falta é justificada, mesmo que a prova não seja no mesmo horário do expediente. Como a lei fala "nos dias", e não cita horário, ela seria permitida.

Ele alerta, porém, que a questão é de interpretação. É a visão mais aceita por juristas e advogados, mas há quem pense de maneira diferente.

Giro UOL

CIÊNCIA E SAÚDE: pesquisa indica por que mosquitos picam algumas pessoas mais que outra



Por que mosquitos picam algumas pessoas mais do que outras? Segundo um estudo, isso poderia estar ligado aos genes que controlam o odor corporal.

Cientistas da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos agruparam 19 gêmeos não idênticos e 18 gêmeos idênticos para testar a atração a mosquitos.

Eles descobriram que gêmeos idênticos atraíam a mesma quantidade de picadas, sugerindo a influência de fatores genéticas nesse processo.

Em uma série de testes, cada gêmeo colocou uma mão no final de um túnel de vento em formato de "Y". Então bombeou-se ar para dentro do túnel, levando consigo odor. Depois, enxames de mosquitos foram liberados, movendo-se para longe ou perto de cada mão.

No caso dos gêmeos idênticos - que compartilham grande parte do material genético - houve uma distribuição uniforme dos mosquitos. Isso sugere que os insetos não tinham preferência pelo cheiro de uma mão ou outra.

Por outro lado, resultados com testes em gêmeos não idênticos - que dividem menos genes - foram mais variados.

Pesquisadores acreditam que a atratividade a mosquitos pode estar relacionada a genes ligados ao odor corporal. O próximo passo é descobrir quais genes específicos estariam envolvidos.

Novas pesquisas já estão sendo realizadas.

"Se entendermos a base genética para a variação entre indivíduos, será possível desenvolver maneiras sob medida para controlar melhor os mosquitos e desenvolver novas maneiras de repeli-los", disse James Logan, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, principal autor do estudo.

'Intrigante'

Comentando a pesquisa, o professor David Weetman, da Escola de Medicina Tropical de Liverpool, disse que o resultado é "intrigante".

"É a primeira vez que uma base genética foi demonstrada", disse. "Mas mosquitos não são atraídos apenas pelo cheiro - fatores como o dióxido de carbono também desempenham um papel.

"Estudos maiores deverão ajudar a avaliar o grau de relevância destas descobertas fora do laboratório, onde outros fatores podem ser importantes."

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Cruzeiro do Sul sofre com quedas no serviço de Internet



O serviço de Internet em Cruzeiro do Sul tem sido suspenso com frequência nos últimos três dias.  A empresa que presta o serviço justificou as interrupções alegando o rompimento de cabos de fibra ótica. Independente do motivo, o fato é que o serviço de telefonia e Internet no nosso Acre,  em especial no interior, é muito ruim e desrespeitoso com o consumidor, que paga caro por um produto sem qualidade.

É lamentável que a população sofra com esse tipo de descaso. Certamente os problemas na internet em Cruzeiro do Sul causaram inúmeros transtornos.  Esperamos sinceramente que atitudes sejam tomadas.  No Senado, esse tem sido um tema constante de debate e cobranças!  Precisamos estar juntos nisso, quanto mais barulho, mais chance teremos de mudar a realidade dessa oferta de serviços.

Hoje é o último dia para pagar o simples Doméstico



Simples Doméstico: a Receita Federal destaca que é importante o empregador encerrar primeiro a folha correspondente ao 13º salário para depois fechar a folha de dezembro

da Agência Brasil

Termina hoje (7) o prazo para o empregador pagar as guias do Simples Doméstico relativas ao décimo terceiro e à folha de dezembro. São duas guias distintas e devem ser impressas no portal do eSocial.

A Receita Federal destaca que é importante o empregador encerrar primeiro a folha correspondente ao décimo terceiro salário para depois fechar a folha de dezembro.

No eSocial (Simples Doméstico), o empregador recolhe, em documento único, a contribuição previdenciária, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o seguro contra acidentes de trabalho e a indenização compensatória (multa do FGTS), além do Imposto de Renda dos empregados que recebem acima da faixa de isenção (R$ 1.903,98).

Até as 16h50 de ontem (6), haviam sido emitidas 1.061.101 guias relativas ao décimo terceiro e 1.036.332 relativas à folha de pagamento de dezembro, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência Social.

A expectativa da Receita Federal é que sejam gerados aproximadamente 1,25 milhão de guias, número semelhante ao gerado em outubro e novembro de 2015.

O site do eSocial tem uma seção dedicada aos usuários da ferramenta. Segundo dados da Receita, até ontem, o portal tinha 1.420.254 empregadores domésticos cadastrados e 1.620.762 empregados domésticos registrados.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Brasil tem 3 mil casos suspeitos de microcefalia relacionada ao Zika


Dados divulgados no dia 5 pelo Ministério da Saúde mostram que foram notificados 3.174 casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus Zika em recém-nascidos. Pela primeira vez está sendo investigado um caso no estado do Amazonas. As notificações estão distribuídas em 684 municípios de 21 unidades da federação. Também estão em investigação 38 óbitos de bebês com microcefalia, possivelmente relacionados ao vírus Zika.

O Ministério da Saúde só tem divulgado o número de casos em que há suspeita de que o recém-nascido tem microcefalia relacionada ao vírus Zika. Os bebês têm o quadro confirmado ou descartado depois que passam por exames neurológicos e de imagem, como a ultrassonografia transfontanela  e a tomografia, porém, desde que começou a divulgar semanalmente boletins, a pasta tornou publica a confirmação de 134 casos e o descarte de 102.

O estado de Pernambuco, o primeiro a identificar aumento de microcefalia, continua com o maior número de casos suspeitos (1.185), o que representa 37,33% do total registrado em todo o país. Em seguida, estão Paraíba (504), da Bahia (312), Rio Grande do Norte (169), Sergipe (146), Ceará (134), Alagoas (139), Mato Grosso (123) e Rio de Janeiro (118).

Transmitido pelo Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre de 2015, era que sua evolução é benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, também transmitidas pelo mesmo mosquito.

Porém, no dia 28 de novembro, o Ministério da Saúde confirmou que, quando gestantes são infectadas por esse vírus, podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode ser associada a danos mentais, visuais e auditivos.

A microcefalia não é uma malformação nova, é sintoma de algum problema no organismo da gestante e do bebê, e pode ter diversas origens, como infecção por toxoplasmose, pelo citomegalovírus e agora ficou confirmado que também pelo vírus Zika. O uso de álcool e drogas durante a gravidez também pode levar a essa condição.

Rio Acre apresenta menor nível dos últimos 10 anos e risco imediato de enchente e descartado,aponta Defesa Civil



 Apesar de o rio Tarauacá estar acima da cota de alerta estabelecida pela Defesa Civil (8,50m), em Rio Branco a situação do Rio Acre é bastante tranquila. Segundo o coordenador estadual de proteção e Defesa Civil, coronel Batista, nesta terça-feira, 5, o Rio Acre apresentou o menor nível já registrado nos últimos 10 anos. Para ele não há risco imediato de enchente na Capital.

Embora a situação do Rio Acre em Rio Branco seja tranquila, o coronel não descarta a possibilidade de um possível transbordamento. Ele destaca que o Sistema de proteção da Amazônia (Sipam) informou que nos meses de janeiro e fevereiro as chuvas devem ficar abaixo da média.

“Descartar uma possível inundação é muito prematuro. Pode ocorrer chuvas em março, em grandes precipitações. Mas, a previsão que esse ano as chuvas sejam abaixo da média aqui para essa região leste do Estado”, explicou Batista.

Ainda de acordo com o coronel, na região do município de Tarauacá a previsão é de chuvas dentro da média. Na manhã desta terça-feira, 5, o nível do rio Tarauacá chegou a 9,06 metros, um aumento considerado preocupante.

“No momento nossa preocupação é só Tarauacá. Aquela região é estreita, uma região muito plana e baixa. Então qualquer subida do rio atinge aquela região. O rio ainda está na cota dos 9 metros, e nós começamos a retirar as pessoas de suas casas quando alcançar os 10 metros. Então ainda está dentro da normalidade para o período”, concluiu o coordenador estadual de Defesa Civil.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Aumento de gasolina ainda não chegou aos postos em rio Branco


 Apesar do reajuste dos combustíveis estar em vigor devido à alteração da pauta fiscal, os novos valores ainda não estão sendo praticados em Rio Branco. Após uma rápida pesquisa, em alguns postos, o valor do litro da gasolina está R$ 3.97. De acordo com a publicação do Diário Oficial da União, o preço médio do litro do produto deverá custar R$ 0,06 mais caro.

O reajuste já é uma realidade em vários outros estados brasileiros desde o último dia 1º. Quem não gostou da notícia de mais esse reajuste foram os motoristas acreanos. “Tá difícil manter o tanque cheio com a gasolina nesse valor. Imagina com reajuste. Antes abastecia até três vezes dentro do mês. Agora penso bem, antes mesmo de sair de casa de carro”, confessou o vendedor João Melo.

A auxiliar de escritório Maria Neiva da Silva explicou que tem um carro, mas que comprou uma moto para economizar na hora de abastecer. “No ano que comprei até valeu a pena. Mas, depois de tantos reajustes na gasolina, já começo a voltar a pensar a utilizar o carro. Gasto um pouco mais, porém tenho mais conforto”, explicou.

O Sindicato dos Postos de Combustíveis do Acre (Sindepac), através de sua assessoria de comunicação, explicou que a medida que os donos de postos foram comprando o produto com novo valor é que o reajuste vai ser percebido pelo consumidor.

O Confaz diz que o reajuste é a atualização da tabela de preços de referência para o cálculo do ICMS nas refinarias. A variação entre o maior e o menor preço dos combustíveis, a partir do dia 1º de janeiro, ficará assim: gasolina 15,4%, álcool 32,1% e GNV 26%.

O Confaz é formado por técnicos do governo e representantes das secretárias estaduais de Fazenda. O valor determinado leva em conta as características de produção e custo de transporte de cada Estado. Neste valor médio, não é considerada a margem de lucro dos donos dos postos de combustíveis.

A gasolina mais cara do País é a do Acre. Atualmente, em alguns postos o preço da gasolina pode chegar a R$ 4,13. No interior do Estado o valor do produto chega a R$ 5.

Acidente de trânsito em Boca do Acre Amazonas

 carro capota no platô do piquiá em frente a rádio eu e você homem conhecido como dendê estava dirigindo  embriagado quando causou o acidente capotou o carro e bateu em outro carro quer tava parado tava junto com a mulher e a filha a mulher segurou firme na sua filha quer não sofreram um aranhao e o condutor do veículos foi encaminhado ao hospital de boca do Acre.










Município do AC usa WahatSapp para entregar intimações e vira destaque na revista Exame


A adoção do app gera uma economia de 6 reais por mensagem e também reduz o tempo de entrega

“O aplicativo de mensagens gratuitas WhatsApp foi adotado como método de entrega de intimações pela Vara do Trabalho de Plácido de Castro, que fica a 92 KM de Rio Branco, capital do Acre”. O trecho é de uma reportagem do site da conceituada revista EXAME, do grupo Abril.

watzap
Em 15 dias, 35 mensagens foram entregues com sucesso por meio do aplicativo

Depois que o município, localizado na região de fronteira, usou o aplicativo para esse fim, vários sites de notícias repercutiram a informação. “As notificações judiciais que são normalmente enviadas por WhatsApp são referentes a recebimento de créditos”, diz outro trecho da reportagem.

De acordo com informações vindas do município, em 15 dias, 35 mensagens foram entregues com sucesso por meio do aplicativo. A adoção do app gera uma economia de 6 reais por mensagem e também reduz o tempo de entrega, que é de cinco dias em média, para um.

Além dos tiques duplos de visualização de mensagens, o destinatário envia uma confirmação de recebimento, como número de RG ou CPF, endereço ou filiação.


PRECISA DE AJUDA


Mikaeli, 09 anos, tem Hidrocefalia e está na Casa de Passagem Pr. Marcos Vicente Joaquim alizada na entrada do Conjunto Universitário, Sua mãe a senhora Maria a acompanha, pois a criança e dependente da mesma para tudo.

Ela necessita de uma cadeira de rodas especial, devido o seu tamanho sua mãe tem dificuldades pra locomovê-la de um lugar para outro.
Peço aqui ajuda para doarmos uma cadeira de rodas especial pra Mikaeli. A família é de Tarauacá. A mãe não é empregada, não tem marido e tem outros filhos.

Maria 9945-7054

Inf :, Notícias Ac 

Se você conhece ajuda a família a reencontra-lo



Os familiares de Pedro Jacques Caetano, atualmente com 50 anos, procuram informações sobre seu paradeiro. A família reside em São Paulo e a ultima informação que tiveram a respeito de Pedro Jacques é que havia se mudado para Rio Branco-Acre e estaria morando no bairro Montanhês.
Caso alguém o conheça, por favor, entrar em contato com a família.

 Deixamos a baixo o número do Whatsapp para contato da prima Rosa Ismeire de Assis (11) 97374-3197 ou tem também o contato do irmão (18) 99734- 4772.

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Inf.  oriobranco.net

Homem tenta matar amigo que não dividiu droga em partes iguais



Após uma discussão por conta da divisão de uma droga na noite de terça-feira (01), na rua Belo Jardim II, no Bairro da Paz, em um local de vendas de entorpecentes, Odivanio da Silva Brito, 39 anos, desferiu uma facada no tórax de Carlos da Silva Melo, que estava dividindo a droga com o suspeito. O criminoso, insatisfeito com a repartição, tentou matar o parceiro, atingindo-o.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou a vítima ao Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), em estado grave.

Policiais do 2° Batalhão estiveram no local, colheram informações e saíram em buscas pela região. Para a surpresa da guarnição, o irmão da vítima, que viu toda ação criminosa, saiu correndo atrás do suspeito e conseguiu alcançá-lo próximo ao Terminal Urbano, no centro da cidade. Os policiais foram informados e se deslocaram até o local, onde efetuaram a prisão em flagrante.

Brito foi encaminhado à Delegacia Central de Flagrante (DEFLA), onde ficará a disposição da justiça. De acordo com o sistema integrado da polícia, foi constatado que o

Filho de pastor da Igreja Quadrangular é assassinado com seis tiros em Rio Branco



A noite de sábado, 02 de janeiro, registrou o assassinato de Jeferson Garcia Kouri, um jovem de 29 anos, filho do pastor Luis Kouri, da Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) do bairro Vila Nova, em Rio Branco (AC). O rapaz foi assassinado com seis tiros, um deles na região da cabeça. O crime ocorreu no bairro Cidade Nova, 2º Distrito da capital. Ninguém foi preso.

Segundo a Polícia Técnica, do Instituto Médico Legal (IML), um dos tiros atingiu o rosto do rapaz. Já os demais disparos atingiram as costas, clavícula e braço do jovem. Nenhum morador da região soube informar que seriam os responsáveis pelo atentado.

O corpo do rapaz foi encaminhado ao IML, e depois liberado para os procedimentos fúnebres. Em frente ao órgão, ainda na madrugada, diversos amigos e familiares do rapaz acompanhavam o processo de liberação do corpo de Jeferson.

Homem morre eletrocutado no Ramal cacirian




Uma morte por eletrocutamento foi registrada neste domingo (04) no Ramal do Cacirian Km 17 sentido Sena Madureira/ Rio branco.

Trata-se de um homem conhecido por Alan, segundo testemunhas, o mesmo estava no interior de um caminhão que carregava uma máquina, quando um fio de alta tensão atingiu o trator passando para o veículo e atingindo o rapaz.